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11h00

A agressão como caminho

Vi aqui no BNwes que a jornalista Clarissa Oliveira, repórter da Band, foi agredida por uma das manifestantes, entre os apoiadores do presidente Jair Bolsonaro, que circulava com uma bandeira, criticando os profissionais de imprensa e se referindo aos jornalistas como 'lixo'. Em determinado momento, ela é acertada com a bandeira na cabeça. Logo em seguida, a agressora “se desculpou meio aos risos", disse Clarissa.

Afirmou, ainda, a jornalista, que outros apoiadores vieram em sua atenção, para saber se ela estava bem. Tomo como certo, que muitos dirão que foi bobagem e buscarão exemplos de governos passados, em especial os últimos ligados ao PT, como justificativa que “eles” também fizeram e que na época não se disse nada. Em verdade, os que estão de plantão no poder e os seus seguidores fanatizados sempre falarão da mídia, condenando-a, quando ela não atende aos seus interesses pessoais e não se deita em elogios ao plantonista. 

Não haveremos de negar que haverá tendências nos seres humanos, seria um raciocínio raso. Mas sai e entra plantonistas no poder e a história sempre é a mesma: a mídia não presta. Não faz muito, quando o ex-presidente Lula saiu da prisão, em Curitiba, em seu primeiro discurso no sindicato dos metalúrgicos no ABC, afirmou: “Na cadeia, fui obrigado a ver TV aberta. O SBT foi uma vergonha, a Record está uma vergonha e a Globo continua uma vergonha”. 

Depois de ter tido, quando viu um helicóptero da Rede Globo: “Lá em cima tá o helicóptero da Rede Globo para falar m...de novo sobre Lula e sobre nós”. Até certa medida estes são recursos de retórica que os senhores do poder usam, a fim de que se firmem seus pensamentos e posições, mas daí seus seguidores começarem a agredir os jornalistas, como forma de “defesa” dos seus ídolos, permitam-me, é de uma pequenez analítica sem fim. 

É sabido por todos que quando se perde a argumentação, quando ela se torna vazia e ou repetida, para muitos, o caminho é da violência, como forma de aplacar o crescimento do que o observador, seguidor mais teme: a razão do outro.

Precisamos, como brasileiros, aprender a reconhecer e dar ao outro o direito de se expressar, nos limites, sempre, da legalidade e do respeito ao princípio democrático da livre expressão, sem, naturalmente, deixar de observar o que rege a nossa Constituição e as leis que regulam a sociedade, dando-nos parâmetros civilizatórios para não se estabelecer o caos da barbárie, manifestado em atitudes de intolerância, em “pequenos” gestos de violência que, não coibidos, vão crescendo e se tornam em ondas, muitas vezes, com desfechos lamentáveis de destruição de vidas e sonhos. Não há exagero nas considerações, bastante buscarmos rapidamente a história recente do nosso mundo.

Líder espírita, fundador da Cidade da Luz, palestrante espírita e mestre em Família pela UCSal. Também é apresentador de rádio.

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