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Artigos

08h53

Agredir bandido: direito ou excesso?

Aqui no BNews, ontem, li uma notícia que Wesley Batista, confundido com o irmão Joesley, foi hostilizado com a família em uma churrascaria, em São Paulo. Naturalmente, e é fato, que o povo, de um modo geral, se encontra já com a sua tolerância em níveis negativos, diante de tanta leniência das leis, que com a suas brechas ou então com as chamadas delações lançam de volta à sociedade criminosos confessos, que, poderosos, conseguem sucumbir a justiça e fazer valer a força do seu dinheiro e bons advogados. O povo vê, sem dúvida alguma, como grande acinte essas pessoas desfilarem diante dele, sem qualquer aparente constrangimento, como se pessoas comuns fossem. Não são, claro. Tratam de grandes marginais, que usurparam de alguma forma ou outra o que deveria estar em benefício do povo. Concordo. Porém, não poderemos fazer com que a nossa indignação saia do campo da razão, dos protestos veementes. Não poderemos ter atitudes odiosas e raivosas que geram consequências imprevisíveis, uma vez que a ira assola o discernimento e tende a perder limites e ideias de efeito, podendo causar futuros arrependimentos.

Estamos realmente com toda essa sordidez na linha do pescoço, querendo desabafar, gritar, e que o façamos, mas sem buscar a justiça pela intemperança, a fim de que não nos igualemos em desclassificação ao que eles sejam. 

É verdade que muitos deles desfilam em nossa frente enlameados, mas cheios de pose – não lembram daquela publicitária que presa andava mascando chiclete e rindo? -, mas a pressão precisa ser sobre a justiça e no endurecimento das leis, replicando sempre a indignação verdadeira, sustentada no argumento da certeza, do justo. Não podemos entrar no jogo do nós e eles, em qualquer sentido, direção. Precisamos, sim, manter os limites de nossos protestos, se o queremos fazer, nas raias da civilidade e legalidade, para que eles (os protestos) sejam lídimos, sem anarquia e ou passíveis de desordem. As eleições estão aí na porta, vamos exigir comportamento republicano, banindo os sabidamente marginais.
    
Santo Agostinho dizia que a esperança tem duas filhas lindas, a indignação e a coragem; a indignação nos ensina a não aceitar as coisas como estão; a coragem, a mudá-las, mas só as mudaremos se tivermos a razão ao nosso lado, no domínio do bom-senso, a fim de que tudo que façamos tenha peso de reconhecimento e equilíbrio.
    
Não podermos transformar o mérito dos nossos protestos em pedras contra ninguém, mas poderosos argumentos e força de mobilização contra sistemas e pessoas que fazem a nossa vida pior.
    
O olho por olho, dente por dente precisa ser superado, com a força da veemência, do protesto sem agressão, visto que só assim realmente teremos a dignificação dos nossos atos, levando ao alvo o constrangimento pelo que fez. Investir com cólera, desassisadamente, só dará ao outro a força da pirraça e do cinismo, para enfrentar tudo como se nada tivesse sentindo. 
    
Lamento que os exaltados tenham investido contra o Wesley e sua família, mesmo entendendo a necessidade de lavar a alma, pois impedir que alguém esteja em um lugar público, é fascismo, mas protestar neste lugar sem o ímpeto de expulsão, é direito também, ainda que, pessoalmente, eu não o fizesse, e lembrando que espaço privado é do proprietário, ainda que a serviço público.

 

* José Medrado é líder espírita, fundador da Cidade da Luz, palestrante espírita e mestre em Família pela UCSal.

 

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