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Artigos

10h00

Ativismo digital

Houve um tsunami que banhou o cenário político por todo Brasil. Seguramente, as manifestação  de 2013 começaram a movimentação. Esperou-se que 2014 a mudança viesse, não ocorreu. Os velhos caciques políticos de sempre respiraram aliviados. Enganaram-se, a onda só estava se formando. Lembro-me bem que o então governador Jaques Wagner fez uma reunião na governadoria, no Centro Administrativo, com lideranças religiodas da Bahia, lá estávamos eu, mãe Stela, D. Murilo, dentre outros. O Governador queria a nossa leitura do que estava acontecendo. No meu pronunciamento fui veemente em afirmar que a onda não iria acabar, ali estava só se formando. Haveria mudanças. O povo não aguentava mais corrupções, desmandos. Senti, no entanto, que os outros lideres foram mais, digamos, cautelosos em suas falas, diante do então governador.

É certo que nas eleições de 2014 a onda não tinha se desprendido ainda do seu núcleo de formação, mas se desprendeu e chegou. Segundo o pesquisador da Fundação Getúlio Vargas, Jairo Pimentel, esse movimento que se formou nas ruas em 2013 e 2015 foi fruto de uma total desconexão entre os partidos políticos tradicionais e a população, provocando vazão a uma nova forma de fazer política, buscando novas caras e maneiras diferentes, criando relacionamentos com os eleitores através das redes sociais. Grandes votados foram youtubers. Os analistas. Inclusive, achavam que a renovação estaria distante, pois os partidos, seguindo a velha política de sempre, sentenciaram que o fundo partidário seria prioritariamente repassado aos seus apaniguados, para reeleição. Foi diferente, na democracia todo poder humano emana do povo, e ele quis que dos 513 deputados do Congresso, 243 fossem de novos, e no Senado serão 46 novos ocupantes, em uma taxa de renovação de 52%.

Democracia é isto: de quando em vez ela se infla de espírito novo e varre os anacrônicos. Lamentável, no entanto, em minha modesta opinião, é que figuras, digamos exóticas, ainda conseguem influenciar os eleitores e seguem com as suas inspirações esquisitas. Recentemente,  em julho, o deputado Pastor  Sargento  Isidório  (Avante) apresentou na Assembleia Legislativa projeto de lei 22.901/2018, que entrega disse:  “ à Santíssima Trindade (Pai, Filho e Espírito Santo) a proteção e comando supremo espiritual de Estado da Bahia, com os seus 417 municípios, anulando na Bahia todo o pacto feito com principados, potestades e demais anjos do mundo tenebroso que compõem as forças espirituais malignas e maléficas que possam prejudicar o povo baiano”.  Foi eleito à Câmara Federal com mais de 300 mil votos. E nem me referi a Igor Kannário, também eleito para defender os “ interesses” da Bahia. Democracia também tem disso.  

 

José Medrado – Mestre em família pela Ucsal e fundador da Cidade da Luz

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